Vegan burger of chickpea

It is very easy to make and really delicious! Approved.

While in the refrigerator, before grill


Ingredients

2 cups of chickpea cooked and drained
5 tablespoons of oil (approximately )
1 raw grated carrots into thin drain
1/2 onion, chopped
3 tablespoons of chopped parsley
3 tablespoons of oats in thin flakes
1/2 cup wheat germ
2 tablespoons of bread flour (approximately )
Salt and black pepper as you wish
 
Preparation

Heat the oil and fry the carrot, onion , parsley, oats and wheat germ. Season with salt and pepper. Set aside. Put the chickpea in food process and blend until it forms a thick paste. Add the remaining ingredients and mix manually. Add the bread flour to give league and move more. Divide the dough into 12 parts and shape the burgers. Take to the refrigerator for 1 hour at least. Heat a nonstick grill greased with olive oil and grill the burgers. Turn with the help of a spatula and brown the other side. Serve with pesto sauce and slices of whole wheat bread .

I ate mine with Pão de Quinoa Germinada and cottage cheese. It was so yummy!

Pão de quinoa germinada and veganburger

You can let it grill more, if you prefer. 



Receita de Hambúrguer Vegano de Grão-de-Bico

Fácil de fazer e uma delícia! Aprovado!

Enquanto estavam na geladeira por uma hora, antes de grelhar



Ingredientes

2 xícaras de grão-de-bico cozido e escorrido
5 colheres (sopa) de azeite (aproximadamente)
1 cenoura crua ralada no ralo fino
1/2 cebola picada
3 colheres (sopa) de salsinha picada
3 colheres (sopa) de aveia em flocos finos
1/2 xícara de gérmen de trigo
2 colheres (sopa) de farinha de rosca (aproximadamente)
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Preparo

Aqueça o azeite e refogue a cenoura, a cebola, a salsinha, a aveia e o gérmen de trigo. Tempere com sal e pimenta. Reserve. Ponha o grão-de-bico no processador e bata até formar uma pasta grossa. Junte os demais ingredientes e misture manualmente. Adicione a farinha de rosca até dar liga e mexa mais. Divida a massa em 12 partes [eu dividi em 6] e modele os hambúrgueres. Leve a geladeira por 1 hora, no mínimo. Aqueça um grelha antiaderente untada com azeite e grelhe os hambúrgueres. Vire com ajuda de uma espátula e doure do outro lado. Sirva com molho pesto e fatias de pão integral.

Eu comi o meu com o Pão de Quinoa Germinada e queijo cottage. Ficou incrível!

Pão de quinoa germinada e hamburger

Você pode deixar grelhar mais, se preferir.




Créditos: Recebi essa receita de uma amiga por email em 2012. Acho que ela retirou originalmente daqui: http://www.cantinhovegetariano.com.br/2012/04/hamburguer-de-grao-de-bico.html

A panaceia da redução da maioridade penal


Pensei em começar este artigo dizendo que a atual discussão sobre a maioridade penal é inútil. Mas, na verdade, a palavra mais adequada é "imbecil" mesmo. Desculpem a agressividade, mas fico boquiaberta vendo pessoas que considero inteligentes defendendo a diminuição da maioridade penal como panaceia para o nosso enorme problema de segurança pública. Sinto informar, mas isso não resolveria o problema como vocês acham que resolveria. 




Os políticos que encabeçam esse movimento, que aliás vai contra dezenas de instituições reconhecidas nacional ou internacionalmente, como a OAB e a UNICEF, estão criando um circo em volta do assunto errado.

Sabem o que realmente traria resultados a curto prazo para a questão da violência? O investimento nas penas alternativas, que já são uma realidade em nosso código penal, mas que poucos juízes aplicam, alegando que falta acompanhamento adequado ou que a população considera isso impunidade.

Pois bem, penas alternativas fazem o contraponto da responsabilização x punição. O condenado compensa de alguma forma a sociedade, trabalhando - ao invés de custar em média R$ 1.400 por mês numa cadeia. E, o que é melhor, ele se envolve. É muito comum os condenados continuarem ajudando as instituições como voluntários após terminada a pena. Sabem qual é o índice de reincidência dessas pessoas no crime? 5%. Sabe qual o índice de reincidência das pessoas que saem da prisão? 85%.

Qual é o nosso objetivo? Trancafiar pessoas na cadeia por um tempo (nos livrarmos delas como lixo nesse período), mesmo sabendo que retornarão à sociedade revoltadas e possivelmente ainda mais violentas? Ou queremos que elas deixem o mundo do crime?

É óbvio que alguém que comete um assalto à mão armada, um assassinato, um estupro não tem direito a penas alternativas. A lei já é assim. Só tem direito a ela quem comete um crime sem qualquer violência, por exemplo, furto. E sabem quantas pessoas temos encarceradas hoje nessa condição? Mais de cem mil!! E presas esperando julgamento: mais de 200 mil! Isso quer dizer que temos 300 mil pessoas custando aproximadamente R$ 1.400,00 por mês, do meu e do seu dinheiro, que poderiam estar trabalhando para a sociedade – para mim e para você. Que essas pessoas estariam sendo reabilitadas ao invés de estarem numa escola de crime, sofrendo os maiores abusos possíveis numa prisão superlotada – imagine as condições de uma cadeia com lotação para 2.000 pessoas ter hoje 5.000 presos, misturando assassinos, estupradores, traficantes, com ladrões de margarina.

O que precisamos não é desse circo odioso em torno das discussão da maioridade penal, ou golpes do legislativo na calada da noite. Precisamos de investimentos nas equipes multidisciplinares para acompanhar as penas alternativas. Contraditoriamente, o caminho para melhorar o problema da violência pública é MENOS gente na cadeia, e não mais.

Mas como explicar isso para as pessoas com mente fechada que ganham popularidade inflamando a população contra isso ou aquilo? Essas pessoas não estão preocupadas em resolver o problema, meu caro.

Minha amiga Luana Euzebia, que trabalha com menores infratores – e, portanto, tem muito mais propriedade do que eu para falar sobre o assunto - , escreveu no Facebook:

Penso que não se pode guiar uma nação, criar ou alterar leis com base em exceções. Há jovens violentos, cruéis, que cometem várias infrações e crimes, sim há! Contudo, acredito que a transformação que todos queremos não virá nem será facilitada pela redução da maioridade penal, ao contrário. Precisamos de transformação da estrutura social, de educação de qualidade, de oportunidade de profissionalização e emprego, acesso à arte e cultura para todos. Não é fácil viver privado de tudo isso, menos ainda quando se é criança e adolescente. O Estado foge à sua função e se esconde atrás de movimentos como este, tentando transferir o problema à sociedade, aos jovens, a todos nós. Os adolescentes devem ser punidos sim. obviamente. Mas, o que vimos na Câmara Federal esses dias foi um circo dos horrores, uma luta de egos travados por animais que o povo brasileiro empoderou nas urnas. Isso sim, é o que precisa ser reduzido, eliminado!

A mesma amiga, uma semana atrás, havia compartilhado a seguinte história:

Ir ao mercado e ouvir um "E aí, Luana?!" vindo de trás do balcão e perceber que vem de um adolescente que atendi por muito tempo no antigo Caje e que hoje me diz que a vida mudou, que sempre se lembra dos rap e das atividades pedagógicas e culturais que fazíamos juntos é algo muito gratificante!
Eu chorei...
Aonde quer que vc vá seus frutos lhe seguirão.
‪#‎ReduçãoNãoÉaSolução‬ ‪#‎MaisEscolasMenosCadeias‬

Vamos investir no quê? Em criminosos ou em reabilitação e escolas? Que tal mudarmos o foco um pouquinho?

O perigo da olhadinha no celular enquanto dirige

Os smartphones hoje em dia são praticamente uma extensão do nosso corpo. Temos tanta intimidade com o bichinho, que achamos que é inofensivo dar uma olhadela no Whatsapp ou Facebook enquanto dirigimos. 


Mas isso é, infelizmente, a maior causa de mortes de jovens no trânsito hoje no Brasil e no mundo. Nos "inofensivos" 2 segundos que você leva para atender o celular, o carro percorre 34 metros. Em 34 metros, você pode bater num muro, no carro da frente que parou repentinamente ou atropelar uma criança. A gente acha que não, mas ao dar uma olhadinha naquela mensagem que chegou, 37% da sua atenção é deslocada de onde deveria estar: na direção.

Eu posso compartilhar uma história com vocês. Estava saindo uma noite de casa e resolvi mandar uma mensagem para a pessoa que eu encontraria, digitando apenas: "A caminho", com o carro bem devagarinho. De repente, meu carro estava caído num pequeno barranco e batido na cerca. Como isso aconteceu? Não faço ideia, juro! Na minha percepção, ainda faltavam vários metros para aquela cerca. Olha que sou uma boa motorista e que tenho domínio desse celular, estou nele o tempo todo (como reclama minha filha).
Encarei como aviso, pois poderia ter acontecido algo muito pior, e eu nem sei como. 

E você? Também acha que dá conta, como eu achava? Tenha certeza que todo o resto pode esperar: você não precisa nem ver, nem responder naquele momento. Assista o vídeo abaixo produzido pelo Ministério das Cidades, reflita e tire de vez esse comportamento de alto risco de sua vidas.